IA Mais Esperta

(7 minutos de leitura) O design pode ser responsável por garantir que a IA não seja apenas sobre funcionalidade, mas também sobre sua aparência e sensação. Profissionais que atuam na área precisam pensar em como a IA pode ser usada em vários contextos, desde interfaces de voz, telas sensíveis ao toque e até dispositivos físicos

IA Mais Esperta

(7 minutos de leitura)


A tecnologia faz parte das nossas vidas e deixou o nosso cotidiano bem mais prático, pois coisas que fazíamos antes como pagar contas no banco ou ir ao supermercado, agora, podemos fazer de forma online.

A pandemia da Covid-19 acelerou esse processo de desenvolvimento de novos hábitos e modelos de consumo, além da necessidade de nos adaptarmos a eles, para vivermos com mais segurança e comodidade. Empresas que não utilizavam a tecnologia em suas rotinas passaram usar, sendo obrigadas a se reinventar para sobreviverem em um mercado cada vez mais competitivo.

A Inteligência artificial (IA) já era uma tecnologia usada pela sociedade muito antes da pandemia, no entanto, com todas essas mudanças nos últimos anos ela precisou evoluir muito para facilitar ainda mais as nossas vidas.

A IA viabiliza a capacidade de máquinas pensarem como seres humanos, desenvolvendo o dom de aprender, raciocinar, analisar e decidir logicamente sobre fatos, resolvendo problemas que, até então, só poderiam ser solucionados por humanos. Em outras palavras, pode ser considerada como “máquinas que são inteligentes”, que podem tomar decisões de forma independente, ampliando a inteligência do ser humano em geral.

Baseada em dados digitais, a IA precisa ser constantemente “alimentada” para que possa continuar aprendendo e evoluindo, bem como acontece com uma pessoa. Numa visão mais otimista, esta tecnologia pode multiplicar a capacidade racional que o ser humano tem de resolver problemas, criar situações, pensar em respostas e desempenhar tarefas cotidianas, entre outros.

No artigo de hoje, entenda um pouco mais sobre os princípios da inteligência artificial e como o design pode ajudar a tornar a IA mais humana. 


COMO DEIXAR A IA MAIS ESPERTA

Com certeza você já passou pela situação de tentar resolver um problema no seu banco e/ou operadora de telefone e ficou indo e vindo numa conversa sem nexo com um “robô” que não conseguia te entender. 

Hoje em dia, um dos players pode ajudar a resolver esse problema é o designer. É dele a responsabilidade por garantir que a Inteligência Artificial (IA) não seja apenas sobre funcionalidade, mas também sobre sua aparência e sensação. Profissionais que atuam na área precisam pensar em como a IA pode ser usada em vários contextos, desde interfaces de voz, telas sensíveis ao toque e até dispositivos físicos.

Neste ponto, os designers ganham uma nova atribuição: pensar em como podem tornar a IA mais humana. Eles terão que se certificar de que não é apenas funcional, mas também se existe conexão entre a máquina e seu usuário.

Por isso, eles podem ser atores chave no desenvolvimento da IA ao prezar por uma interface mais amigável e facilitar a interação humana com ela, além de tornar a IA mais ética, tornando-a mais transparente sobre suas decisões e fornecendo uma melhor compreensão da realidade.


PROJETANDO O FUTURO: COMO HUMANIZAR A IA 

O design é uma força poderosa que pode fazer ou “destruir” um produto de IA. Os designers podem ser responsáveis por muita coisa, desde a criação de uma experiência simples e fácil de usar, até o design de interfaces intuitivas e naturais, ou a criação de produtos chamativos, surpreendentes ou até engraçados.

Os designers e desenvolvedores devem trabalhar juntos para tornar a IA mais centrada no ser humano, para que pareça menos uma máquina fria que apresenta respostas sem contexto ou significado.

Isso ocorre porque os sistemas de IA precisam ser capazes de se comunicar com os humanos de uma maneira que eles possam entender. Para fazer isso, os designers precisarão criar interfaces intuitivas e fáceis de usar. Esses profissionais também podem ajudar projetando o espaço físico que esses sistemas de IA habitam.

Por exemplo, se um sistema de IA for projetado para funcionar dentro de um hospital, os projetistas precisarão projetar o ambiente de forma que não confunda ou aflija os pacientes. Ou seja, o resultado também leva em consideração a preocupação com o público a que a tecnologia se destina.

É importante deixar claro que o design é o primeiro passo para implementar a IA em um produto. Por isso, os profissionais envolvidos neste trabalho precisam ser capazes de entender e pensar sobre como a IA afetará seu design.

Além disso, é essencial compreender quais dados estão sendo usados pela IA a fim de criar um design mais eficaz. Para isso, é necessário ter conhecimento sobre como o algoritmo de aprendizado de máquina funciona, para que possam antecipar quaisquer problemas que possam surgir com ele no futuro.

A IA deve ser projetada de maneira atraente e compreensível para os seres humanos. Isso facilitará a interação das pessoas com a IA e permitirá que elas entendam o que estão fazendo. Os designers também podem ajudar as pessoas a se sentirem menos ameaçadas pela IA, porque eles projetam a maneira como os humanos interagem com as máquinas e também ajudam a tornar a IA mais humana e mais fácil de entender.

Graças ao desenvolvimento da tecnologia neural e da coleta de dados, bem como ao aumento do poder de computação, IA aumenta e agiliza muitas atividades humanas, ou seja, usadas de maneira adequada, as máquinas inteligentes podem melhorar os resultados de produtos e serviços.

Os sistemas de IA estão melhorando ao reconhecer padrões de comportamento. Eles são capazes de responder com dados intuitivos baseadas nas entradas do usuário, fazendo-os parece mais naturais.


A IA E A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO

A experiência do usuário é um dos aspectos mais importantes de qualquer produto. É ela que, em grande parte, define o valor e o sucesso de um produto. A IA deve ser projetada de forma a fornecer a melhor experiência de usuário possível.

Mesmo assim, projetar IA para o usuário final é uma tarefa complicada. Os designers precisam levar em conta as necessidades do usuário, além de considerar como podem torná-lo mais eficiente para eles.

Um exemplo desse design seria fornecer a um assistente de IA uma personalidade mais envolvente e divertida do que suas contrapartes.

Dessa forma, as pessoas não sentirão que estão sem sintonia ao conversar com um assistente de IA que apenas lança fatos e números sem entender as emoções ou sentimentos humanos.

Logo, projetar IA para a experiência do usuário significa que os designers precisam pensar sobre o que as pessoas querem e como querem que seus produtos funcionem.

Eles precisam saber o que seus usuários querem e como eles esperam que as coisas funcionem. Os designers também precisam pensar em como as pessoas interagem com a IA e se a IA é um conceito tangível ou não para seus usuários.

Cada vez mais os smartphones, assim como computadores, eletrodomésticos e outras máquinas, empregam a IA para realizarem atividades humanas de maneira autônoma. Afinal, com o emprego dessa tecnologia, as máquinas já são capazes de aprender, perceber, raciocinar, decidir e deliberar de forma racional e inteligente.

A IA está tão inserida em nossas vidas, que muitas vezes nem percebemos que estamos lidando com “robôs, mas basta olhar para áreas como medicina, transportes, segurança e entretenimento para darmos conta de quanto ela está presente na nossa rotina.


A IMPORTÂNCIA DA IA 

É indiscutível a importância da IA nos dias de hoje. Se considerarmos a capacidade que as máquinas inteligentes têm de armazenar e processar uma grande quantidade de dados chegamos à conclusão de que não é mais possível viver sem a IA. 

A IA desempenha o papel de raciocinar, decidir e encontrar soluções para problemas típicos da humanidade, por exemplo: carros autônomos, autoatendimento nos caixas de supermercado e atendimento aos clientes online, etc.

Assim a IA torna os processos mais ágeis e eficazes, ajuda as empresas a tomarem decisões mais acertadas, processa e analisa um grande volume de dados. Com os dados sendo processados pelas máquinas inteligentes, que acabam fazendo o trabalho “mais bruto”, o ser humano pode desenvolver atividades que exigem criatividade e empatia, qualidades humanas que um robô não consegue suprir.


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Referências:
https://bit.ly/3tQPVeo
https://bit.ly/3fS3F09
https://bit.ly/3KB5gWr
https://bit.ly/356M9Dd
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